segunda-feira, 4 de março de 2013

Novas ambulâncias do SAMU proporcionam mais conforto e segurança aos usuários

04/03/2013
 
 Novas ambulâncias do SAMU
Por Jorge Marques
Resultado de um investimento de mais de R$ 8 milhões, o Governo do Estado, em parceria com Ministério da Saúde (MS), renovou mais de 100% da frota de ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192 Sergipe). Já foram entregues 41 das 61 viaturas já adquiridas e os outros 20 veículos devem ser entregues até o mês de março.
As novas Unidades de Suporte Básico (USB) e Avançado (USA), estas consideradas UTI móveis, têm por objetivo aumentar a qualidade da assistência e proporcionar melhores condições de trabalho e segurança aos profissionais de saúde e usuários. Além disso, as novas ambulâncias estão permitindo a redução de custo com manutenção, oferecendo mais conforto aos usuários e às equipes de socorristas. Essas novas viaturas também permitem a criação de uma reserva técnica, garantindo a melhor organização do serviço.
As ambulâncias têm um período de vida útil relacionado ao tempo de uso e à quantidade de quilômetros rodados. “A vida útil pode variar entre três e seis anos, dependendo das condições em que elas são utilizadas. Pelo fato de ser uma ambulância, o uso é naturalmente considerado severo ou extremo. A quilometragem máxima deve ser de 200 mil. Acima disso, o custo de manutenção com essa quilometragem torna-se bastante elevado”, explica Joerlan Melo, gerente de transporte da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) e responsável pela manutenção das viaturas do SAMU 192 Sergipe.
O gerente ressalta que o custo de manutenção dos veículos mais antigos é ainda maior. “A manutenção de uma ambulância nova tem um custo médio mensal de R$ 3 mil, já uma viatura com cerca de 200 mil quilômetros rodados, o valor médio mensal pode ultrapassar os R$ 6 mil”, contabilizou.
A necessidade de renovação da frota está diretamente ligada à segurança dos pacientes e dos trabalhadores do SAMU. “Considerando a quilometragem média rodada por um veículo, a viatura torna-se menos segura, pois pode apresentar quebras frequentes, falhas nos sistemas de segurança, entre outros problemas. Outro ponto é que, nos veículos novos, o ar condicionado oferece conforto aos ocupantes o que, por diversos fatores, não ocorre em veículos mais velhos. O custo para reparar o condicionador de ar é alto e há dificuldade em encontrar peças de reposição no mercado”, afirmou Joerlan Melo.
Reserva técnica
A nova reserva técnica de ambulâncias é uma importante estratégia para substituição temporária das viaturas em manutenção. “Com a reserva técnica, evitamos que haja desassistência ao paciente quando uma ambulância estiver em manutenção, quebrar ou, por ventura, se sofrer um acidente. Estamos trabalhando para disponibilizar USAs e USBs para a reserva”, concluiu Silas Lawley Santana, superintendente do SAMU. 

Fonte: SES

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