quarta-feira, 19 de dezembro de 2012


Segunda parte do 13° salário deve ser paga até quinta-feira



    As empresas têm até o dia 20 (quinta), para pagar a 2ª parcela do 13º salário a seus empregados. A multa por atraso ou falta de pagamento é de R$ 170,25 por empregado prejudicado. O valor dessa parcela será menor do que o da primeira, paga até 30 de novembro. É que a segunda parcela terá os descontos da contribuição ao INSS e do Imposto de Renda, se for o caso. 


Fundação Hospitalar de Saúde divulga 34ª lista de convocação para aprovados no último concurso

altA Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) divulga a lista de convocados para o preenchimento de vagas dos candidatos aprovados no último concurso público, com o edital: nº 1 - SEAD/SES/SE-FHS, de 10 de outubro de 2008.

Fonte: FHS Se





Foram convocados nessa 34ª lista, apenas 02 procuradores e 02 enfermeiros para se apresentarem no dia 20/12/2012.



Funcionário do Samu morre vítima de acidente em Aracaju
Sindconam lamenta morte de socorrista do Samu
Rogério Gomes faleceu após acidente na noite de ontem (Fotos: Divulgação/Colegas Samu)
O socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) Rogério Gomes do Nascimento, de 30 anos, faleceu na noite do último domingo, 16, em um acidente de trânsito na avenida Euclides Figueiredo, próximo a pousada Verde. Por conta da perda do colega, funcionários do Samu anunciaram que nesta segunda-feira,17, as ambulâncias estarão circulando com uma faixa preta.
De acordo com informações de colegas de trabalho, a vítima seguia para sua residência no conjunto João Alves quando ocorreu o acidente. A informação é que houve uma colisão moto com moto. Ele ainda foi encaminhado ao Hospital Urgência de Sergipe (Huse), mas não resistiu aos ferimentos.
Por infonet

A imagem de Rogério, junto com outros colegas da FHS, estava estampada no Portal da FHS a alguns anos:

Fonte da imagem: http://www.fhs.se.gov.br/

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

FHS X Extinção
 
Últimamente tem se comentado bastante sobre a incostitucionalidade ou a extinção da FHS. Situação essa, que tem deixado os seus atuais empregados um pouco temerosos (digo aqueles que realmente precisam dela!) e apreensivos.

Acabar ou não acabar com a FHS, eis a questão. Só o tempo dirá qual será o verdadeiro futuro da mesma. O que resta para nós empregados, é esperar...

Quando o diretor exclama que o Estado não tem condições de absorver os celetistas, acreditamos que ele se refere as condições adiministrativas e legais, que só o direito "privado" domina. A CLT é quase desconhecida para quem só lida com estatutários.

Muitas águas vão rolar... e refletindo: que juiz seria capaz de determinar que quase 5.000 funcionários ficassem desempregados ou que tenham seu concurso anulado depois de prestarem concurso ou que tenham seu concurso anulado depois de prestarem serviço por mais de 3 anos? Sergipe não possui mão de obra substituta para colocar no lugar dos empregados concursados da FHS. A Saúde de Sergipe com certeza viraria um tremendo caus!

No caso da extinta Fundação Estadual de Administração de Serviços de Saúde Médico-Hospitalar de Sergipe - FAS-SAÚDE/SE, extinta em 2008, os servidores foram remanejados para a Secretaria de Estado da Saúde/SES, foi-lhe garantido o vínculo funcional e o mesmo regime estatutário, assegurando-se-lhes, ademais, a irredutibilidade de vencimentos, a estabilidade no Serviço Público, outros direitos e vantagens funcionais, e a efetividade nos respectivos cargos, que devem integrar o Quadro Específico de Pessoal, de natureza provisória, em extinção, da mesma Secretaria, e que devem ficar extintos à medida que vagarem.

Quem sabe ocorra o mesmo com os empregados da FHS caso ela venha ser extinta? Só nos resta esperar e não deixar que essa situação atrapalhe nosso trabalho e nosso profissionalismo. Vamos viver um dia de cada vez e utilizar nosso tempo para melhorar nosso potencial e driblar as deficiências do nosso trabalho.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012


Condutores do Samu podem cruzar os braços novamente
Sindicato afirma que diversos pagamentos não foram realizados
Adilson Melo relata atraso em pagamentos(Foto: Arquivo Portal Infonet)
Os condutores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) podem paralisar novamente as atividades no dia 31. Os motivos, segundo o presidente do Sindicato dos Condutores de Ambulância (Sindconam), Adilson Melo, seria o atraso do pagamento de horas extras, insalubridade, adicional noturno, diária de alimentação, auxílio transporte, além do não pagamento do salário dos servidores que saíram de férias.
Em agosto desse ano, os condutores realizaram uma greve por melhores salários. Em setembro, após assembleia a categoria decidiu suspender a greve da categoria, que durou mais de um mês. Os condutores aceitaram a proposta de 12,78% de reajuste salarial, apresentada pela procuradora do Ministério Público do Trabalho (MPT) Vilma Amorim.
Atrasos
Ainda de acordo com Adilson, o salário vem atrasando há três meses, e, o pagamento referente ao mês de novembro, que deveria ser realizado no dia 30, ainda não foi depositado na conta dos servidores.
“Entramos com ação no dia 10 de novembro, por conta da situação daqueles que entraram de férias e não receberam, e, no dia 14 vai haver uma audiência para resolver essa questão”, revela Adilson.
O presidente do Sindconam também afirma que o Estado vai ter um prejuízo de mais de R$ 20 mil. “Vamos alertar o governo, e se ele não cumprir o calendário do Estado no dia 30, entramos em greve até o dia em que nos pagarem”, ressalta.
SES
A equipe do Portal Infonet entrou em contato com a assessoria de comunicação da Secretaria de Estado da Sapude (SES) por meio de email na noite da última segunda-feira,10, mas até a manhã desta terça-feira,11, não foi encaminhada respostas sobre os questionamentos do sindicato. A Infonet permanece a disposição por meio dojornalismo@infonet.com.br ou através do (079) 21068000.
Por Monique Garcez e Kátia Susanna (infonet)

Déda: fim da FHS cria vazio institucional e agrava crise

O governador Marcelo Déda voltou a defender a legitimidade da Fundação Hospitalar de Sergipe (FHS) para gerir os hospitais públicos de Sergipe, em contraposição ao entendimento do Ministério Público Estadual, que já solicitou intervenção do Poder Judiciário para obrigar o Estado a reassumir a administração.

Apesar da justiça acatar os argumentos do Ministério Público, o governador anuncia que manterá a batalha judicial para evitar problemas mais graves na pasta da saúde pública. “A receita do Ministério Público para a crise vai criar uma crise pior ainda”, preconiza Marcelo Déda.

“Se acabar com as fundações, vai criar um vazio institucional e estas questões têm que ser resolvidas com diálogo e não numa situação que não ajuda, que só complica”, observa. “Uma coisa é a crise, outra coisa é a solução para a crise”, analisa. “O Ministério Público não é dono da verdade, é uma parte processual. É preciso criticar, cobrar, mas é preciso também comparar com o resto do país”.

Déda não vê irregularidades na Fundação Hospitalar de Saúde e considera que a crise na saúde está presente em todos os Estados brasileiros. Para o governador, a situação de Sergipe é uma das melhores, se comparada com os demais Estados. “Sergipe é o terceiro Estado do Nordeste em desenvolvimento do interior, só perde para Ceará e Pernambuco e é o 15º do Brasil. A situação mudou da água pro vinho em melhoria de desenvolvimento e das condições sociais”, considerou.


Por Infonet

Diretor Geral da FHS fala sobre o fim da FHS


E sobre o fim da Fundação. Como novo diretor geral, como avalia essa possibilidade?
Marcelo Vieira -
 Insisto. O problema não está em manter ou acabar com a Fundação Hospitalar, a questão é de financiamento, de adequar a estrutura que existe à realidade financeira. O debate em relação ao funcionalismo está pautado nessa história de extinção das fundações. Existe no debate a falsa ideia de que ao acabar com a Fundação, os problemas serão resolvidos. Isso não é verdade, até porque a burocracia na aquisição de insumos e medicamentos torna o processo ainda mais lento através da Secretaria. Além disso, a maioria dos servidores é celetista e o Estado não tem condições de absorver esse quantitativo. O que precisamos fazer é fortalecer a FHS enquanto projeto corporativo, reabrindo o canal de diálogo entre gestão e servidores, de forma a encontrar uma identidade e um sentimento de pertencimento desses servidores ao projeto que representa a Fundação. Nós reafirmamos a importância da Fundação. No cenário atual ela é fundamental para operacionalizar o SUS e estamos dispostos a corrigir os problemas eventualmente identificados, potencializando atribuição original que é dar agilidade nos processos com a seriedade e a transparência que é requerida aos entes públicos. Queremos com isso ganhar o funcionalismo e a sociedade.

Por Infonet

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

PAGAMENTO EXTRAS


Segundo informações do setor da FHS, a folha de pagamento foi dividida e já está sendo providenciada uma folha para pagamento dos extras. Conforme informações, provavelmente até dia 10, todos os pagamentos serão sanados, incluindo alimentação e transporte.


SAMU orienta população a usar o serviço de urgência

06/12/2012
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Central de Regulação Médica /Foto: Ascom
  O superintendente, Dr. Clóvis França /Foto: Ascom
Por Jorge Marques
SES SE

A médica reguladora do SAMU 192 Sergipe, Renata Christiane Alves Lima, entrou no plantão, na segunda-feira, 3, às 7 horas. Passava das 9 horas e ela já havia atendido oito ligações. Com ela, mais três médicos plantonistas.

“Quatro ligações eram de pessoas que não precisavam de atendimento de urgência. Recebemos a ligação de um rapaz que caiu de moto no sábado e queria uma ambulância para levá-lo para a consulta médica. Uma mulher ligou reclamando que estava menstruando demais, entre outras. No ano passado recebemos uma ligação de uma pessoa que queria que os médicos do SAMU fossem consultar o cachorro dela, pois ele estava com uma ferida e não podia levá-lo ao veterinário”, contou a médica.

Ligações como essas fazem parte da rotina do serviço que recebe em torno de 566 ligações por dia e uma média de 17 mil ao mês. “Muitas vezes a população liga para o SAMU porque não sabe o que fazer em determinadas situações ou a quem recorrer. Acham que o serviço tem a resposta para todas as necessidades delas”, disse Clóvis França, superintendente do SAMU 192 Sergipe.

Por ser ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o SAMU também passa pela lógica da universalidade, equidade e integralidade e não deixa de atender ninguém, mas existe legislação, portarias e critérios para funcionamento do serviço para todo país. “Essas regras definem os critérios de urgência e emergência, incluindo até que fazer falso alarme ao SAMU é crime passível de punição pela legislação”, afirmou o superintendente.

O superintendente do serviço ainda reforçou que ao chamar o SAMU a pessoa deve falar com calma, informar o endereço com precisão e um ponto de referência, informar o nome do paciente e da pessoa que está ao telefone solicitando ajuda. “Ao atender a ligação o profissional faz o diagnóstico da situação e inicia o atendimento. Orienta o paciente, ou a pessoa que fez a chamada, sobre as primeiras ações. O médico regulador também avalia qual o melhor procedimento para o paciente: procurar um posto de saúde, designar uma ambulância de suporte básico, ou, de acordo com a gravidade do caso, envia uma UTI móvel”, explicou Clóvis França.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Como chamar o SAMU 192



Mudanças na direção da Fundação Hospitalar de Saúde

03/12/2012
AmpliarO diretor geral da Fundação Hospitalar de Saúde, Marcelo Vieira
AmpliarO diretor operacional da Fundação Hospitalar de Saúde, Wagner Andrade
AmpliarO diretor administrativo financeiro da FHS, Mário Ferreira
Por Bruno Antunes
A partir de hoje, o economista Marcelo Vieira assume a direção geral da Fundação Hospitalar de Saúde. Durante os últimos seis meses, ele esteve à frente da diretoria administrativa financeira da Secretaria de Estado da Saúde, onde coordenou juntamente com o secretário Silvio Santos, o processo de negociação que culminou com a aprovação do Plano de Emprego e Remuneração dos celetistas das fundações de saúde.

"As mudanças na gestão da Fundação têm um perfil de continuidade de um processo de reestruturação da FHS. A idéia central é pensar o sistema de uma forma que ele possa rodar com as condições reais de financiamento que o estado vive hoje. Não temos perspectiva de dinheiro novo e trabalhamos em função da crise econômica, da queda do FPE e do repasse do estado para a Saúde. Temos a perspectiva de permanecer com os mesmos recursos que trabalhamos em 2012, então o nosso desafio é reestruturar o sistema de forma que as nossas ações caibam dentro dessas restrições de financiamento", afirma Marcelo Veira, diretor geral da Fundação Hospitalar de Saúde.
Na diretoria operacional, assume o médico Wagner Andrade, gestor do Hospital Cirurgia durante 4 anos, quando desempenhou as funções de diretor técnico e clínico. "Vamos trabalhar para operacionalizar a rede hospitalar do Estado, de forma a destravar os gargalos em todos os níveis para garantir a assistência ao usuário na unidade mais próxima, evitando, assim, a centralização dos casos no Huse", explica Wagner Andrade, diretor operacional da Fundação Hospitalar de Saúde.
Na diretoria administrativa financeira, permanece Mário Ferreira, que vem no comando das renegociações junto aos fornecedores de medicamentos e insumos. "A gestão tem feito um trabalho importante de estruturação dos processos de compra. Hoje nós estamos com processos de compra organizados. Estamos recuperando a credibilidade junto aos fornecedores para garantir a assistência à população que necessita desses medicamentos", aponta Mário Ferreira, diretor administrativo financeiro da FHS.

Por: SES Sergipe

Déda vai pedir a Dilma dinheiro para pagar 2ª parcela do 13º salário


O governador Marcelo Déda reuniu-se com o vice-governador, Jackson Barreto, e os secretários de Estado que compõem o chamado Núcleo de Governança para uma avaliação detalhadas das contas do Estado, promover a adoção de providências para o fechamento do exercício fiscal de 2012, além da análise de alternativas para enfrentar as dificuldades orçamentárias que incidem sobre a administração estadual. A reunião ocorreu no Palácio dos Despachos, durante toda a manhã desta terça-feira, 4.
“Essa é uma dificuldade que só Sergipe enfrenta. Uma matéria da Folha de São Paulo do último domingo mostra que esse é um dos piores momentos financeiros para os estadosbrasileiros, já que houve uma queda muito grande do Fundo de Participação dos Estados, e que governadores dos mais variados estados, tanto pequenos, como Amapá, que prevê atrasar o pagamento do mês de dezembro, até estados grandes como o Paraná, que está enfrentando dificuldades de ‘fechar’ o ano pela queda de recursos, estão buscando soluções, cortando despesas e até suspendendo pagamento a fornecedores para priorizar o pagamento da folha e do décimo terceiro salário”, contextualizou o governador.
Viagem a Brasília
Diante deste cenário, ainda de acordo com o governador, foram examinadas diversas situações e a equipe de governo está administrando algumas soluções. “Amanhã (quarta-feira) viajarei a Brasília (DF), onde terei reuniões com o BNDES, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, solicitei uma audiência com a presidenta Dilma Rousseff, que estou aguardando confirmação, e ainda terei reuniões em ministérios, além de diálogos com outros governadores. Nossa meta é buscar uma solução”, detalhou Marcelo Déda.
Segundo ele, a ideia é buscar do Governo Federal algum tipo de ajuda para os estados brasileiros, considerando que o grande problema que os estados enfrentam é, sobretudo, a queda do Fundo de Participação dos Estados (FPE), em função da renúncia fiscal realizada pelo Governo Federal para estimular a economia.
“Claro que essas são medidas necessárias e nós compreendemos o papel que o Governo Federal assumiu no sentido de estimular a produção para evitar a queda do emprego e permitir ao país manter-se na rota do crescimento. Mas os estados estão vivendo uma situação dramática, e é preciso buscar, de forma solidária, respeitosa e federativa, uma solução não apenas para Sergipe, mas para o conjunto dos estados brasileiros. É nesse sentido que vou, como governador do Estado, levar nossos problemas para conhecimento do Ministério da Fazenda e da presidenta Dilma”, afirmou o governador.
Alternativas
Déda fará a apresentação de propostas que visam minorar as dificuldades enfrentadas em Sergipe neste final de ano. “A própria viagem que farei, durante dois dias, revela a importância do momento. É fundamental que a sociedade saiba que estamos buscando alternativas que possam honrar o pagamento do salário de dezembro e o décimo terceiro sem prejuízos para o servidor. Vamos mostrar alternativas criativas, legais, que possam viabilizar o acesso dos servidores ao décimo terceiro salário de maneira que se preserve a gratificação natalina de todos os funcionários do Estado de Sergipe”, concluiu Marcelo Déda.
Participaram da reunião, o secretário de Estado da Fazenda, João Andrade; o secretário de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, José de Oliveira Júnior; o secretário anunciado da Casa Civil, Silvio Santos; o secretário anunciado de Governo, Pedro Lopes, além de assessores da administração estadual.

Por ne noticias