segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Foco de incêndio na Central de Logística da FHS

Um foco de incêndio foi detectado na Central de Logística da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS), localizada no Distrito Industrial de Aracaju, por volta das 12h15 deste domingo (23). De imediato, o Corpo de Bombeiros (CB) foi acionado pelos vigilantes do prédio e chegou em poucos minutos. Três guarnições do CB atuaram para controlar o foco. O Corpo de Bombeiros disponibilizou uma linha de mangueira, além do apoio do auto-tanque e de um carro de regaste. Não houve vítimas, apenas danos materiais.

A partir desta segunda-feira (24), uma equipe técnica do Corpo de Bombeiros fará a perícia para apontar as possíveis causas do foco de incêndio. O laudo deve sair em 30 dias.  Conforme informação do CB, de 5% a 10% da área total do prédio foi atingida.

Equipes da Fundação Hospitalar de Saúde já começaram a fazer o levantamento dos danos causados pelo incidente. Segundo o que já foi apurado, 30% dos remédios oncológicos e reagentes de laboratório foram atingidos. A perda maior foi ocasionada nos antibióticos, psicotrópicos e medicamentos de uso geral, além de equipamentos hospitalares e patrimônio. Para sanar este problema o mais rápido possível, a FHS fará um pedido de compra desses itens já na manhã da segunda.

O secretário de Estado da Saúde, José Macedo Sobral, está acompanhando pessoalmente o caso e garantiu que a prioridade será a compra de medicamentos para que a população não fique desassistida.

por FHS

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Secretário reúne colaboradores da Fundação Parreiras Horta e da Funesa

Na reunião, o secretário tratou da otimização dos serviços prestados pelas duas Fundações com a redução das despesas administrativas

O secretário de Estado da Saúde, José Sobral, reuniu-se na manhã desta terça-feira, 03, com os colaboradores e gestores da Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH) e da Fundação Estadual de Saúde (Funesa) para conversar com os servidores sobre a fusão das duas instituições com a Fundação Hospitalar de Saúde (FHS).


Na reunião, o secretário tratou da otimização dos serviços prestados pelas duas Fundações com a redução das despesas administrativas.  Na ocasião, ele explicou que será formada uma comissão para realizar a transição num prazo entre 30 e 90 dias.


“Todas as rotinas de trabalho das duas Fundações devem continuar. Isso não será alterado. Estamos apenas extinguindo duas diretorias executivas para reduzir despesas com atividades meio para investir nas atividades fins e, dessa forma, elevar a qualidade dos serviços prestados por essas instituições. Vai existir apenas uma diretoria executiva, que é a da Fundação Hospitalar de Saúde”, explicou José Sobral.


De acordo com o secretário José Sobral, a fusão da Fundação Parreiras Horta e da Funesa com a Fundação Hospitalar de Saúde faz parte da reforma administrativa realizada pelo Governo do Estado para cortar gastos e equilibrar as contas. “O Governo extinguiu nove secretarias para ficar apenas com dezesseis. Em relação às Fundações, será feita a fusão das duas menores em uma estrutura maior para concentrar a gestão”, confirmou.


O secretário de Estado da Saúde conclui a reunião destacando que “a Fundação tem um modelo de gestão viável e a proposta do Governo é garantir a prestação dos serviços com qualidade para a população”.


Estiveram presentes na reunião os diretores da Fundação Hospitalar de Saúde: Hans Lobo (diretor geral), Cláudio Santos (diretor operacional) e Evandro Barreto (diretor administrativo-financeiro), além dos diretores de Atenção Integral à Saúde da SES, João Lima Júnior, e de Planejamento, Evandro Galdino.


Parreiras Horta e Funesa


A Fundação Parreiras Horta era responsável pela gestão do Hemose, Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e pelo Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). Já a Funesa era gestora da Escola Técnica do SUS, Farmácias Populares e Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs).


por ASN

NOTA PÚBLICA DA CUT SOBRE A FUNDAÇÃO HOSPITALAR DE SAÚDE


1-    A CUT entende que se não houver transparência total quanto à Folha de Pagamento, notas fiscais, prestação de serviços, extratos de contas bancárias da Fundação Hospitalar etc., o GT não passará de um engodo.
2-    Precisamos saber quem recebe supersalários, quem recebe sem trabalhar, quem está cedido com ônus para a Fundação, etc. As licitações também estão na mira do GT. É preciso abrir a caixa preta;
3-    Quem tem que viabilizar uma saída para evitar a demissão dos trabalhadores é o Governo do Estado, a PGE e o MP, pois na época da criação da Fundação todos consentiram.
4-    Na época da implementação da Fundação, a CUT tentou impedir, inclusive, foi signatária de uma ADI, porém o debate hoje é a manutenção dos empregos de 5.600 trabalhadores e trabalhadoras;
5-    Muitos deles deixaram outros empregos para assumir a Fundação. Outros mudaram até de Estado, venderam casas e optaram por Sergipe, e isso tem que ser levado em conta;
6-    Os trabalhadores da Fundação não entraram pela janela, ao contrario, foram aprovados em concurso público;
7-    Levando-se em consideração os princípios da impessoalidade e da administração continuada, não cabe ao atual Governo dizer que não tem responsabilidade com o que está acontecendo;
8-     Existe um debate que ainda está sendo discutido perifericamente, que diz respeito aos repasses do Estado/Governo Federal para as fundações. É preciso saber se as denuncias procedem.
9-    A migração dos trabalhadores para o quadro de servidores estatutários é outro debate que deve ser assumido pelo Governo do Estado, MP, PGE e demais órgãos.
10-    O compromisso da CUT é com as trabalhadoras e os trabalhadores.


Escrito por: Presidente da CUT/SE