1- A CUT entende que se não houver transparência total quanto à Folha de Pagamento, notas fiscais, prestação de serviços, extratos de contas bancárias da Fundação Hospitalar etc., o GT não passará de um engodo.
2- Precisamos saber quem recebe supersalários, quem recebe sem trabalhar, quem está cedido com ônus para a Fundação, etc. As licitações também estão na mira do GT. É preciso abrir a caixa preta;
3- Quem tem que viabilizar uma saída para evitar a demissão dos trabalhadores é o Governo do Estado, a PGE e o MP, pois na época da criação da Fundação todos consentiram.
4- Na época da implementação da Fundação, a CUT tentou impedir, inclusive, foi signatária de uma ADI, porém o debate hoje é a manutenção dos empregos de 5.600 trabalhadores e trabalhadoras;
5- Muitos deles deixaram outros empregos para assumir a Fundação. Outros mudaram até de Estado, venderam casas e optaram por Sergipe, e isso tem que ser levado em conta;
6- Os trabalhadores da Fundação não entraram pela janela, ao contrario, foram aprovados em concurso público;
7- Levando-se em consideração os princípios da impessoalidade e da administração continuada, não cabe ao atual Governo dizer que não tem responsabilidade com o que está acontecendo;
8- Existe um debate que ainda está sendo discutido perifericamente, que diz respeito aos repasses do Estado/Governo Federal para as fundações. É preciso saber se as denuncias procedem.
9- A migração dos trabalhadores para o quadro de servidores estatutários é outro debate que deve ser assumido pelo Governo do Estado, MP, PGE e demais órgãos.
10- O compromisso da CUT é com as trabalhadoras e os trabalhadores.
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