Sobre a FHS, foi abordada a Ação Civil Pública do Ministério Público Federal para que o contrato com a Secretaria de Estado da Saúde não seja renovado. O secretário José Sobral destacou a importância da Fundação para o atendimento à população.
“As Fundações são um método pioneiro no Brasil. Entendemos que precisamos dar condições para o funcionamento delas. A Fundação Hospitalar é pública de direito privado e suas contratações e compras são por meio de licitações e concurso público. O único contratante é o Estado de Sergipe e a função dela é gerir toda rede hospitalar e de urgência e emergência. O Estado já encaminhou à Procuradoria Geral do Estado (PGE) o pedido de renovação do contrato com FHS, pois o funcionamento dela não pode ser interrompido de forma abrupta. Nós temos que dar sequência e qualquer decisão tem que ser em longo prazo. É a Fundação e seus servidores que trabalham na assistência do Estado. A Fundação tem que continuar, pois a maior prejudicada seria a população que ficaria desassistida. Precisamos avaliar o desempenho e cobrar um melhor resultado. Ela pode ser mais ágil e eficiente no seu processo de gestão”, afirmou José Sobral.
“Cada Hospital Regional tem uma média de seis a 10 mil atendimentos por mês, sem contar o Huse que, sozinho, dobra essa capacidade. Não podemos e não vamos deixar a população desassistida”, afirmou o secretário.
por ASN
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