Ainda durante a entrevista, José Sobral foi questionado sobre a situação da Fundação Hospitalar de Saúde, cujo Ministério Público Federal pediu a extinção.
"A posição do Governo em relação à renovação dos contratos com a Fundação Hospitalar de Saúde é clara. Entendemos que devemos fazer a renovação. Tanto é que o processo está em trâmite e para avaliações e pareceres da Procuradoria Geral do Estado (PGE). Se acabar a Fundação, o maior problema gerado será a desassistência nas unidades. O Huse e a Maternidade Nossa Senhora de Lourdes nunca fecham suas portas e não podem fechar. Se tiver a extinção, as consequências serão sérias. A renovação deve acontecer. O MPF pediu liminarmente a extinção. Se houver uma sentença, vamos optar pela continuidade que é a política do Estado até para reestruturar o modo e a forma de atendimento", declarou.
"A Fundação Hospitalar de Saúde é pública de direito privado e é um órgão indireto e não é da administração direta. Há entendimento jurídico dessa questão. Há um somatório de esforços de todos os sindicatos para a renovação, menos do Sindimed que é a favor da extinção. O Governo pensa na necessidade de renovar para evitar o caos. Acredito no bom senso. O direito à Justica é, acima de tudo, o bom senso através das discussões com os sindicatos com o próprio Governo, pelos órgãos de fiscalização. Se todos não se comprometerem com a qualidade do serviço, não terá sucesso", complementou.
Por ASN
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